Duas águias libertadas no seu habitat natural na Escola Básica e Secundária de Sernancelhe

A Escola Básica e Secundária de Sernancelhe foi palco de um momento especial de contacto com a natureza e de sensibilização ambiental, com a libertação de duas águias no seu habitat natural. A iniciativa reuniu alunos, professores e várias entidades ligadas à proteção da natureza e ao socorro, tornando-se numa atividade educativa marcante para toda a comunidade escolar.

As aves de rapina, que estiveram sob cuidados especializados após necessitarem de acompanhamento veterinário, foram devolvidas à natureza num gesto simbólico de preservação da biodiversidade. O momento da libertação despertou grande entusiasmo entre os alunos, que puderam assistir de perto ao regresso das águias ao meio natural.

A ação contou com a presença e colaboração do Centro Veterinário da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Vila Real, que acompanhou o processo de recuperação das aves e garantiu as condições necessárias para a sua libertação.

Estiveram igualmente presentes várias entidades que diariamente trabalham na proteção do território e da vida selvagem, nomeadamente o SEPNA – Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, os Bombeiros Voluntários de Sernancelhe, a Proteção Civil Municipal e a Proteção Civil da Escola Básica e Secundária de Sernancelhe.

Para além da libertação das aves, a iniciativa teve também uma forte componente pedagógica, permitindo aos alunos compreender melhor a importância da conservação da fauna, do respeito pelos ecossistemas e do papel das diferentes entidades na proteção da natureza.

Este momento simbólico reforçou a ligação entre a escola, a comunidade e as instituições que trabalham diariamente pela preservação do ambiente, deixando uma mensagem clara sobre a importância de cuidar da vida selvagem e do património natural da região.

A libertação das duas águias ficará certamente na memória de todos os que assistiram, como um exemplo inspirador de cooperação, educação ambiental e respeito pela natureza.

Prof. Mário Rodrigues